Como a IA aumentou em 50% a análise de propostas em uma corretora

Setenta propostas por dia era o teto. Não por falta de corretores, mas porque o processo manual tornava cada análise lenta, densa e sujeita a falha. Quando um agente de IA passou a ler os documentos e preencher os formulários automaticamente, esse teto desapareceu. O resultado foi 120 propostas diárias, com mais precisão e rastreabilidade do que nunca.

O Gargalo que Ninguém Via: Formulários que Afastavam Corretores

Todo processo tem um ponto de ruptura.

Na Austral, esse ponto era o portal de envio de propostas. Não havia falta de corretores interessados. Não havia falta de demanda. O que havia era um formulário longo, repetitivo e que exigia atenção manual para cada campo, em cada proposta, todos os dias.

O preenchimento manual criava uma fricção invisível, mas devastadora.

O corretor abria o portal, via o volume de campos obrigatórios e tomava uma decisão silenciosa: talvez deixar para depois. Ou, em muitos casos, simplesmente migrar o envio para um canal com menos atrito, mesmo que isso representasse perda de qualidade ou rastreabilidade.

Esse comportamento é compreensível. Ninguém gosta de trabalho repetitivo e burocrático.

O problema é que, do lado da operação, esse “talvez depois” se traduzia em propostas não analisadas, capacidade ociosa e volume represado sem qualquer visibilidade clara da causa raiz.

A questão não era motivação. Era processo.

Os campos do formulário exigiam informações que já estavam no documento enviado pelo corretor: dados do segurado, coberturas, valores, vigência. A proposta estava ali. O formulário estava ali. E ainda assim alguém precisava transitar manually entre os dois.

Repetir isso 70 vezes por dia, com atenção e precisão, é exaustivo.

E exaustão operacional cria erros. Erros criam retrabalho. Retrabalho consome tempo que poderia ser usado para analisar mais propostas.

O ciclo se retroalimentava e o gargalo permanecia invisível para quem olhava de fora.

A maioria das lideranças que enfrenta esse cenário interpreta o sintoma como problema de volume ou de equipe. “Precisamos de mais corretores.” “Precisamos de mais analistas.” Mas a raiz era outra: um processo que, por mais simples que parecesse, consumia energia desproporcional e afastava quem deveria ser parceiro estratégico da operação.

Quando o problema foi enxergado pelo que realmente era — uma falha de processo, não de capacidade humana — o caminho para a solução ficou muito mais claro.


O Peso de Cada Proposta num Mercado de Valores Altíssimos

Corretoras que operam em nichos de alto valor unitário vivem uma matemática diferente.

Num mercado de varejo, uma proposta não analisada pode representar alguns reais de prêmio perdido. Mas quando o portfólio envolve apólices de grandes riscos, responsabilidade civil, projetos de engenharia ou segmentos corporativos, cada proposta não processada tem um peso financeiro concreto e imediato.

A Austral opera exatamente nesse contexto.

O volume de propostas diário não era altíssimo em números absolutos. Mas o valor médio de cada operação tornava qualquer represamento uma perda real e mensurável de receita.

Não processar uma proposta por dia não era ineficiência. Era dinheiro deixado na mesa.

E esse dinheiro não estava num relatório financeiro. Estava numa fila invisível de documentos não analisados, de corretores que pararam de enviar pelo portal, de negócios que foram fechados por outra via ou simplesmente não foram fechados.

Do ponto de vista da liderança de negócios, esse é o tipo de perda mais difícil de enxergar: a receita que nunca entrou no funil.

Não aparece no dashboard. Não tem linha no relatório mensal. Só fica visível quando alguém para para calcular a diferença entre a capacidade operacional máxima e o volume que estava sendo efetivamente processado.

A capacidade existia. Os corretores existiam. O mercado existia.

O que faltava era um processo que permitisse converter essa capacidade em volume real, sem exigir contratações, sem aumentar a carga sobre a equipe de subscrição e sem abrir mão da qualidade mínima exigida por uma operação regulada.

Esse é o tipo de problema que não se resolve com mais gente. Resolve-se com um processo melhor.

E quando o processo melhora no ponto certo — no momento em que a proposta chega ao portal —, o impacto se propaga por toda a cadeia: mais volume, mais receita, mais previsibilidade operacional.

Para gestores e líderes que acompanham métricas de desempenho de corretoras, a lição aqui é direta: gargalos de processo em pontos de entrada de propostas são, na prática, gargalos de receita.

Tratá-los como problema operacional secundário é subestimar o impacto financeiro real que carregam.


A Solução: Agente de IA Especializado em Leitura de Propostas

A resposta para o gargalo não foi um novo formulário. Não foi um treinamento de corretores. Foi a eliminação do problema na raiz.

Um agente de IA foi implementado para fazer exatamente o que consumia o tempo de todos: ler o documento e preencher o formulário.

O funcionamento é direto. O corretor acessa o portal e envia o documento da proposta — geralmente um PDF com as informações do cliente, coberturas desejadas, valores e condições. O agente recebe esse arquivo, interpreta seu conteúdo e extrai os dados estruturados necessários para preencher os campos do formulário.

Tudo isso em segundos.

Não há mágica no processo. Há lógica bem aplicada.

O agente foi treinado para reconhecer os campos que a operação da Austral exige e para localizar, dentro dos documentos enviados, as informações correspondentes a cada um. Ele não inventa dados. Ele identifica, extrai e posiciona.

Quando um campo está claro no documento, o preenchimento é automático e instantâneo.

Quando há alguma ambiguidade ou informação ausente, o agente sinaliza para revisão humana — mantendo o controle onde ele precisa estar: nas exceções, não na rotina.

Esse ponto é fundamental.

A solução não substituiu o julgamento humano nos casos que exigem análise. O que ela fez foi eliminar o trabalho mecânico e repetitivo que antecede esse julgamento.

O analista para de ser digitador e passa a ser revisor.

Do ponto de vista técnico, o agente opera de forma modular: leitura do documento, extração de entidades relevantes, validação básica de consistência e preenchimento dos campos. Cada etapa gera um registro, o que significa que toda proposta processada tem um rastro completo de como os dados foram obtidos e preenchidos.

Essa rastreabilidade não é um detalhe. Em operações reguladas, ela é estrutural.

A implementação foi feita de forma integrada ao portal existente, sem necessidade de redesenhar toda a arquitetura de sistemas. O agente entrou onde o atrito estava, resolveu o problema específico e permitiu que o restante do processo continuasse funcionando como antes — só que com muito mais volume.


De 70 para 120: O Que os Números Revelam Sobre a Transformação

O número mais importante deste case não é o 120. É a diferença entre 70 e 120.

Cinquenta propostas a mais por dia, todos os dias, com a mesma equipe, no mesmo portal, com o mesmo tempo disponível. Isso é o que um processo melhor gera quando aplicado no ponto certo.

O salto representa um crescimento de aproximadamente 50% na capacidade operacional de análise de propostas — sem contratação adicional, sem expansão de infraestrutura, sem aumento de carga sobre os times de subscrição.

Mas reduzir esse resultado a uma métrica seria perder o que ele realmente significa.

Volume maior com qualidade mantida é uma transformação diferente de volume maior com qualidade sacrificada.

O segundo caso é comum quando operações tentam crescer apenas com pressão sobre as equipes. O primeiro — que é o que aconteceu aqui — só é possível quando o processo melhora estruturalmente.

A análise de cada proposta continuou sendo feita com o mesmo rigor. O que mudou foi o tempo gasto no trabalho anterior a essa análise: o preenchimento, a digitação, a transposição manual de dados.

Com o agente assumindo essa etapa, os analistas chegam à proposta já com o formulário preenchido, pronto para revisão e decisão.

Isso tem um segundo efeito que os números brutos não capturam imediatamente: a redução de erros por fadiga.

Preencher manualmente 70 formulários por dia é uma tarefa que degrada a atenção ao longo do expediente. Os erros que aparecem no final do dia são um sintoma direto disso. Com o agente fazendo a extração, a consistência se mantém do início ao fim do dia — sem picos de erro no período da tarde.

O crescimento de 70 para 120 também tem uma dimensão estratégica importante.

Ele demonstra que o teto anterior não era o teto real da operação. Era o teto do processo manual. E quando esse teto foi removido, a capacidade latente da operação apareceu imediatamente.

Para a liderança da Austral, esse resultado foi a prova de conceito que abriu espaço para pensar em expansão — tanto do volume quanto do uso da tecnologia em outras áreas do negócio.


Velocidade Não Basta: Por Que Precisão e Rastreabilidade São o Diferencial Real

Existe um erro comum em projetos de automação: tratar velocidade como o objetivo principal.

Acelerar um processo impreciso não resolve nada. Gera mais erros no mesmo tempo.

Se o preenchimento manual tinha uma taxa de inconsistência de 5%, automatizar esse mesmo preenchimento sem resolver a causa da inconsistência apenas multiplica o problema em escala.

Por isso, a velocidade alcançada no case da Austral não é o ponto mais relevante. O ponto mais relevante é que a velocidade veio acompanhada de precisão estrutural.

O agente de IA extrai dados diretamente do documento-fonte. Ele não interpreta “no melhor sentido”. Ele localiza o campo, extrai o valor e registra de onde veio aquela informação.

Isso elimina um vetor importante de erro: a interpretação subjetiva do analista cansado no fim do expediente.

Quando o dado vem do documento, sem passar por uma transcrição manual, a margem para distorção diminui significativamente.

Mas há algo ainda mais crítico nesse contexto: a rastreabilidade.

Seguros é uma indústria regulada. Toda proposta analisada precisa ter uma trilha auditável. Quem preencheu, quando, com base em qual documento, quais campos foram validados, quais foram sinalizados para revisão.

Sem rastreabilidade, a velocidade vira risco operacional e regulatório.

O agente cria esse rastro automaticamente. Cada proposta processada tem um log completo da extração: quais dados foram identificados com alta confiança, quais foram sinalizados como incertos e qual versão do documento serviu como base para o preenchimento.

Isso transforma o processo em algo auditável por padrão, não por esforço adicional.

Para gestores de operações em seguros, esse é o argumento que frequentemente falta nas conversas sobre automação: não é só o que o agente faz, é o que ele registra que torna a solução sustentável no longo prazo.

Velocidade se vende facilmente em uma apresentação. Rastreabilidade e precisão são o que mantém a operação funcionando sob pressão de auditoria, regulação e escala.

Conteúdo complementar: Como usar IA com compliance em seguradoras sem travar a inovação


A Expansão Natural: IA Chegando à Análise de Crédito

Resultados concretos criam confiança institucional.

Quando a liderança da Austral viu o impacto real da automação na análise de propostas — volume maior, qualidade mantida, rastreabilidade garantida —, a próxima pergunta surgiu naturalmente:

“Onde mais esse agente pode atuar?”

A resposta veio da análise de crédito, um módulo adjacente com desafios estruturalmente semelhantes.

Processos manuais, documentos com dados estruturados, campos repetitivos, necessidade de rastreabilidade. O mesmo padrão de problema que existia na análise de propostas.

E isso revela uma lógica importante sobre a expansão de IA em operações: ela tende a seguir os padrões de fricção, não os organogramas.

O agente não foi expandido porque alguém decidiu “implementar IA na área de crédito”. Foi expandido porque o padrão de ineficiência que ele resolvia existia também ali.

Esse modelo de expansão modular tem vantagens claras.

Primeiro, ele reduz o risco de implementação: cada novo módulo parte de uma base técnica já validada, com aprendizados acumulados da implantação anterior.

Segundo, ele permite aprendizado incremental: a equipe que já conviveu com o agente na análise de propostas chega ao módulo de crédito com muito menos resistência e muito mais clareza sobre como trabalhar com a tecnologia.

A primeira vitória não foi só operacional. Foi cultural.

Ela criou evidência interna de que o agente funciona, que os dados são confiáveis e que o controle humano não foi perdido — apenas redirecionado para onde realmente agrega valor.

Terceiro, ele facilita a governança: uma arquitetura modular permite auditar, ajustar e escalar cada componente de forma independente, sem precisar redesenhar toda a solução quando algo precisa mudar.

Para líderes que avaliam onde começar a jornada de automação inteligente, o case da Austral sugere uma diretriz prática: comece pelo gargalo mais visível, comprove o resultado e deixe que a evidência guie a expansão.

Conteúdo complementar: Plataforma de IA interna: quando a empresa cria seus próprios agentes


O Antes e o Depois em Perspectiva: O Que Mudou de Verdade na Operação

Transformações reais não cabem numa única métrica.

O salto de 50% no volume de propostas analisadas é o número mais objetivo. Mas o que mudou de verdade na operação vai além disso — e é importante nomear cada dimensão para que outros líderes possam reconhecer os mesmos padrões em suas próprias operações.

Antes: a experiência do corretor com o portal.

O portal era tecnicamente funcional, mas operacionalmente frustrante. O corretor chegava com a proposta em mãos e precisava transcrevê-la campo a campo. Era trabalho duplicado. Era tempo gasto sem percepção de valor. E quando esse atrito se acumula, o corretor escolhe o caminho com menos resistência — mesmo que isso signifique usar um canal menos eficiente para a operação.

Depois: o corretor envia o documento. O agente resolve o resto.

A experiência mudou de forma estrutural. O portal deixou de ser um obstáculo e passou a ser um ponto de entrada eficiente. O corretor que antes evitava o sistema agora tem motivo para usá-lo com mais frequência.

Antes: a carga sobre os analistas de subscrição.

Parte do tempo dos analistas era consumida por atividades que não exigiam o conhecimento técnico deles. Digitação, transposição de dados, checagem de campos preenchidos incorretamente. Trabalho mecânico ocupando profissional especializado.

Depois: os analistas chegam à proposta já com os dados prontos.

O tempo técnico passou a ser gasto em análise e decisão, não em preparação. O trabalho ficou mais exigente intelectualmente e menos desgastante operacionalmente.

Antes: a capacidade de escala da liderança.

Crescer em volume significava contratar mais gente. A equação era direta e cara.

Depois: crescer em volume é uma questão de processo, não de headcount.

A liderança ganhou alavancagem real: a capacidade de escalar resultados sem escalar proporcionalmente a estrutura. Isso muda o modelo de crescimento da operação.

Dimensão Antes Depois
Volume diário de propostas ~70 ~120
Experiência do corretor Alta fricção no portal Envio simples, preenchimento automático
Carga dos analistas Digitação + análise Análise com dados já estruturados
Rastreabilidade Manual e fragmentada Automatizada e auditável
Capacidade de escala Dependente de contratação Dependente de processo

O Que Gestores de Operações Podem Aprender com Este Case

Cases como este têm valor prático quando alguém consegue extrair os princípios, não apenas admirar os números.

A primeira lição é sobre como identificar o tipo certo de problema.

Muitas operações interpretam gargalos de processo como problemas de volume. “Precisamos de mais corretores.” “Precisamos de mais analistas.” Mas quando o volume cai por causa de atrito operacional, contratar mais gente resolve temporariamente e não estruturalmente.

O sinal a observar: quando a capacidade declarada da equipe é sistematicamente superior ao volume entregue, o problema geralmente está no processo, não nas pessoas.

A segunda lição é sobre onde agentes de IA criam mais valor imediato.

Não é em tarefas que exigem julgamento complexo e contextual. É em tarefas repetitivas, estruturadas e baseadas em documentos — exatamente o perfil da análise de propostas.

Se sua operação tem profissionais qualificados gastando tempo significativo em transcrição, digitação e preenchimento de campos a partir de documentos existentes, você tem um candidato direto para automação com agente de IA.

A terceira lição é sobre métricas de sucesso.

Velocidade é um indicador de output. Mas os indicadores que sustentam o negócio no longo prazo são outros:

  • Precisão na extração de dados — erros gerados pelo processo automatizado versus o processo manual
  • Taxa de adoção — o portal passou a ser mais usado pelos corretores?
  • Tempo de ciclo — quanto tempo entre o envio da proposta e a decisão de subscrição?
  • Rastreabilidade — cada proposta tem log completo e auditável?
  • Capacidade de escala sem headcount adicional — o volume cresceu sem crescimento proporcional da equipe?

A quarta lição é sobre como iniciar a conversa internamente.

O maior obstáculo em muitas organizações não é técnico. É a dificuldade de traduzir o problema operacional para linguagem de negócio que justifique o investimento.

O argumento mais eficiente não é “vamos implementar IA”. É: “temos X propostas não analisadas por dia, cada uma representa Y reais de receita potencial, e isso está acontecendo porque nosso processo tem um gargalo identificável e resolvível”.

Números de negócio abrem conversas que apresentações de tecnologia não conseguem.


Como Avaliar se Sua Corretora ou Seguradora Está Pronta para Este Movimento

Replicar uma transformação como a da Austral requer diagnóstico antes de decisão.

Não existe maturidade mínima universal. Mas existem fatores determinantes que, avaliados com honestidade, indicam se o momento é agora ou se há etapas preparatórias necessárias.

Volume operacional mínimo

Agentes de IA para análise de documentos fazem mais sentido quando há volume repetitivo suficiente para justificar a implementação e para que o agente acumule experiência de forma relevante.

A pergunta direta: sua operação processa propostas em quantidade suficiente para que a automação do processo de entrada gere impacto mensurável?

Não há um número mágico, mas operações com volume muito baixo tendem a ter ROI mais lento. Operações com volume médio a alto — especialmente com crescimento projetado — são as candidatas naturais.

Qualidade e consistência dos documentos recebidos

O agente lê o que está no documento. Se os documentos recebidos dos corretores têm formatos muito variados, baixa legibilidade ou informações fragmentadas, a taxa de extração precisa tende a cair.

Avalie: os documentos que chegam ao seu portal têm um padrão mínimo de estrutura? Se sim, a implementação é mais direta. Se não, pode ser necessário um trabalho prévio de padronização ou um agente com capacidade de lidar com maior variabilidade.

Integração com sistemas existentes

O agente precisa se conectar ao portal ou sistema de entrada de propostas. Quanto mais aberta e documentada for essa integração, mais rápida e menos custosa será a implementação.

Mapeie: seu portal atual tem API disponível ou permite integração via outros meios? Isso define parte do esforço técnico inicial.

Governança e monitoramento

Automação sem governança é risco em escala.

Antes de implementar, defina quem monitora o agente, qual é o fluxo de tratamento para propostas sinalizadas como incertas e como as métricas de precisão serão acompanhadas continuamente.

A pergunta essencial: há uma pessoa ou equipe responsável por garantir que o agente está funcionando dentro dos parâmetros esperados?

Cultura de adoção

O agente pode estar tecnicamente pronto. Mas se a equipe que trabalha com as propostas não entende como o processo mudou — e por quê — a adoção será lenta e os resultados, subestimados.

Planeje a comunicação interna como parte do projeto, não como algo opcional.

A Franchise Store, da Nova It Consultoria, oferece diagnósticos especializados para operações no setor de seguros, avaliando exatamente esses fatores antes de qualquer decisão de implementação.


Perguntas que Todo Líder de Negócio Deve Fazer Antes de Implementar IA em Processos de Propostas

Dúvidas estratégicas merecem respostas diretas. Sem promessas absolutas, sem simplificações excessivas.

Quanto tempo leva a implementação?

Depende da complexidade da integração com o portal existente e da variabilidade dos documentos recebidos. Implementações em operações com sistemas bem documentados e documentos relativamente padronizados podem ser concluídas em semanas. Casos com maior complexidade técnica levam alguns meses. O diagnóstico inicial é o que define esse prazo com mais precisão.

Como garantir a qualidade dos dados extraídos?

A qualidade da extração depende de três fatores: a qualidade dos documentos-fonte, a configuração do agente para o contexto específico da operação e o monitoramento contínuo das métricas de precisão. Nenhum agente deve ser implementado sem um processo de validação inicial e acompanhamento periódico. A qualidade não é garantida pela tecnologia isolada — ela é construída pela combinação de tecnologia bem configurada e governança ativa.

Quem monitora o agente?

Essa responsabilidade precisa estar explicitamente definida antes do go-live. Geralmente, envolve alguém da equipe de operações com visibilidade sobre as métricas de precisão e um ponto de contato com o time técnico responsável pela manutenção do agente. Agentes de IA não são configurados uma vez e esquecidos — eles precisam de ajustes à medida que novos formatos de documentos aparecem e que os processos evoluem.

Como mensurar ROI desde o início?

Defina os indicadores antes de iniciar. Os mais diretos: volume de propostas processadas por dia, taxa de erro na extração comparada ao processo manual, tempo médio de ciclo da proposta e custo por proposta processada. Compare esses números 30, 60 e 90 dias após a implementação com a linha de base registrada antes do projeto começar. Sem linha de base, não há como calcular ROI com credibilidade.

Como comunicar a mudança internamente?

A comunicação mais eficiente é a que mostra o que muda na rotina de cada pessoa — e o que não muda. Para os analistas: “vocês vão parar de digitar e passar a revisar dados já estruturados.” Para os corretores: “o portal vai ficar mais simples.” Para a liderança: “vamos processar mais volume com a mesma equipe.”

Evite comunicar como uma iniciativa de tecnologia. Comunique como uma melhoria de processo com impacto direto no trabalho de cada um.

O case da Austral não é sobre tecnologia. É sobre uma operação que parou de perder capacidade todos os dias por causa de um processo que podia ser resolvido. O salto de 50% em volume analisado, com precisão e rastreabilidade, é o tipo de resultado que transforma a conversa de custo para investimento.

Se sua operação ainda depende de preenchimento manual para analisar propostas, este pode ser o momento de um diagnóstico honesto. A Nova It Consultoria pode ajudar sua equipe a mapear onde a IA gera impacto real.

[Fale conosco]

Compartilhe nas redes sociais!

Loja Aggro - São Paulo

2 lojas em Catanduva

Loja do Ricardo

Loja do Ricardo

Loja do Ricardo